sábado, 24 de setembro de 2016

Pegando no pau do meu primo dormindo

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Conto - Meu pai motoqueiro

Segue conto de leitor do blog. Espero que gostem assim como eu.
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Meus pais são separados desde quando eu era pequeno, e desde então eu passei a morar com a minha mãe. Eu só via meu pai em datas especiais, como meu aniversário e o ano novo. Nós dois somos brancos e magros. Meu pai usava cabelo curto e a barba por fazer, naquela época, e hoje em dia eu adotei o mesmo estilo.

Meu pai é motoboy, então um dia ele foi me buscar em casa, de moto, para passar o ano novo com ele. Ele foi dirigindo a moto e eu fui na garupa. Só que eu era adolescente e qualquer coisa me excitava naquela época. Como eu estava atrás do meu pai, eu acabei ficando de pau duro. Pra disfarçar e não passar vergonha, eu fiquei segurando num "ferro" que a moto tem na parte de trás, e me afastei um pouco do corpo dele. Mas ai meu pai falou pra mim "Pode me abraçar pra não cair, filhão. Não precisa ter vergonha". Aí eu abracei ele e fiquei encoxando ele por trás. Meu pau duro ficou roçando na bunda dele. As vezes a moto passava por uma lombada e meu pai acabava "pulando" com a bunda no meu pau. Uma hora eu olhei para o retrovisor, para ver a cara dele, e ele deu uma piscada pra mim, com um olho só. Eu já tava doidinho de tesão. Daí eu coloquei as mãos na barriga dele pra me segurar, e fui descendo. Ele usava uma polchete, então eu fui descendo a mão por trás da polchete. Como ele tava usando um short fino, eu acabei sentindo a cabeça do pau dele uma hora. Fiquei apertando na inocência, e meu pau duro roçando a bunda dele atrás. Enquanto eu apertava o pau dele com uma mão, com a outra eu levantei um pouco a camiseta dele e fiquei massageando a barriga. Eu queria levantar tudo e pegar nos mamilos dele (pq eu tenho um pouco de tesão em mamilos kkkk), mas como a gente tava no meio da rua, ia ser muito estranho. Desci mais um pouco a outra mão, e fiquei apertando o pau dele que tava durinho, enquanto eu roçava na bunda dele por trás. Mas ai eu vi que a gente tava começando a chegar perto da casa dele, e eu parei de mexer. Segurei na lateral da barriga dele, e fiquei relaxando pra fazer meu pau abaixar, mas bem que eu queria ter gozado. Quando a gente chegou na casa dele, eu cumprimentei minha madrasta e minhas meia-irmãs, só que ele ficou muito esquisito, bem quietão. Acho que ele estranhou o que tinha acontecido na moto. Meu pai teve uma criação bem machista, então ele tem preconceito dessas coisas.

No outro dia, no meio da tarde, ficamos sozinhos na sala, assistindo televisão. Minhas irmãs tinham saído para algum lugar, junto com a minha madrasta. Estavamos sentados no mesmo sofá, de frente para a televisão. Eu estava do lado dele e coloquei a minha mão no joelho dele pra massagear. Aos poucos comecei a esbarrar o meu cotovelo no pau dele. Tudo em silêncio. Em determinado momento, ele encostou no braço do sofá e começou a tirar um cochilo. Ele ficou numa posição em que os braços estavam cruzados no canto do sofá, dormindo, mas as pernas ficaram como se ele estivesse sentado. Aí eu esperei um tempo e cheguei mais perto com o cotovelo perto do pau dele e fiquei "cutucando". Esperei mais um pouco e coloquei a minha outra mão no meu braço e fui descendo aos poucos, para chegar no pau dele. Ele ainda estava usando o mesmo short fino que usou para me buscar com a moto. Consegui encostar o meu indicador no pau dele, e fiquei pressionando. Eu estava tremendo muito nessa hora. O meu pau estava duro na minha calça, virado para o lado, e tava encostando na coxa dele. Tentei ser um pouco mais ousado e fui apertar o pau dele com os outros dedos. Eu não consegui sentir muita coisa, mas percebi que estava bem duro. Acho que eu tinha apertado bem na cabeça. Ele não esboçou nenhuma reação. Ele nem se mexia. Continuava na mesma posição, fingindo que estava dormindo. Percebendo isso, eu perdi a discrição e comecei a passar a mão nele pra valer. Passei a mão na coxa dele, e fui colocando a mão por dentro do short dele, até que alcancei o pau dele. Fiquei punhetando ele por cima da cueca, e encoxando ele de leve. Percebi que a cueca dele estava um pouco molhada. Acho que ele começou a babar. 

Mas ai eu ouvi um barulho vindo de fora da casa. Minhas irmãs tinham chegado. Eu me afastei do meu pai, e arrumei meu penis para ninguém desconfiar. Meu pai continuou na mesma posição que ele estava. Minhas irmãs chegaram na sala e começaram a falar alto e fazer barulho, como toda criança faz. A mais nova começou a brincar com o meu pai, puxando os braços dele e fazendo cócegas. Ele reclamou a falou pra ela "para! deixa eu dormir!". Depois de um tempo, ele levantou sozinho e foi cochilar no quarto. O dia se passou normal, almoçamos, eu conversei com as minhas irmãs, conversei com ele, ele conversava comigo, mas ele estava bem sério. 

Eu tentei disfarçar o máximo que pude, e acho que ele tbm estava tentando. No fim da tarde, começo da noite, minha madrasta e irmãs sairam novamente, e nós dois voltamos a ficar sozinhos na casa. Dessa vez fomos assistir televisão no quarto dele. Ele colocou uma calça de moletom. A cama era de casal, então ele deitou de um lado da cama, mas eu deitei no meio, bem perto dele. Ele estava deitado de barriga pra cima, com as mãos para o lado do corpo. O tempo foi passando e eu percebi que ele fechou os olhos. Então, eu continuei deitado e de novo coloquei a mão no joelho dele, massageando. Aos poucos, percebi que ele começou a formar um volume muito grande na calça dele. Aparentemente ele estava sem cueca. Fui subindo a minha mão, e comecei a pegar no pau dele de novo, só que dessa vez, no pau inteiro. Fiquei massageando bem devagar, como se eu não soubesse o que era aquilo, e aos poucos fui aumentando o ritmo e comecei uma punheta, por cima da calça. Virei de lado, e comecei a encoxar a mão dele com o meu pau, e usei a outra mão para pegar o pinto dele. Vi que ele não esboçava nenhuma reação, então tirei o meu pau pra fora e coloquei debaixo da mão dele, como se ele estivesse "segurando". A mão dele era bem grossa e "rústica". Era muito gostoso ter ela no meu pau. Coloquei a minha mão por dentro da calça dele e comecei a tocar uma punheta pra ele. Ele realmente estava sem cueca. O pau dele estava muito duro e babando. Percebi que ele começou a colocar um pouco de pressão na mão dele que estava "segurando" o meu pau. Mas ele continuava na mesma posição, deitado de barriga pra cima, fingindo dormir. Fiquei "socando" a mão dele por um tempo, enquanto punhetava ele. Então, tirei meu pau da mão dele, levantei e abaixei um pouco a calça dele para ver como era o pau dele. Era incrivel como o pau dele era parecido com o meu. Modéstia parte meu pau não é pequeno. É acima da média, mas todo mundo que vê, diz que é enorme kkkk. Mas não chega a ser o pau de um ator pornô. É acima da média. O pau dele era igualzinho. Ele estava com os pentelhos um pouco grandes, e a cabeça estava brilhando por causa da baba. Punhetei mais um pouco, cheirei e cai do boca no pau dele. O pau dele estava duro como pedra, mas ele ainda estava fingindo dormir. Chupei durante alguns minutos. Peguei a mão dele de novo, coloquei no meu pau e comecei a tocar uma punheta com ela. Levantei um pouco a camiseta dele só para poder ver os mamilos. Ele tinha o peito e a barriga com pelos, mas não chegava a ser um "urso". Na verdade era um peitoral bem bonito. Então comecei a lamber um mamilo dele, enquanto me punhetava com a mão dele com uma mão, e punhetava o pau dele com a outra. Quando percebi que eu estava quase gozando, eu levantei, tirei a mão dele do meu pau, e gozei em cima do pau dele. Caiu um pouco na calça dele, mas eu limpei com a mão mesmo. Comecei a punhetar ele com a minha porra, e depois voltei a chupar. Fiquei chupando, enquanto com a outra mão eu apertava os mamilos dele. Ele não aguentou e gozou na minha boca. Eu não tinha o que fazer, então engoli tudo. Lambi o pau dele até ficar bem seco, e depois arrumei ele, desci a camiseta e subi a calça, do jeito que ele estava antes. Ele continuou na mesma posição de antes. Parecia morto kkkkkk. Eu me arrumei tbm, voltei pra minha posição de antes e continuei deitado, assistindo televisão. 

Depois de um tempo, ele levantou sem falar nada, e foi pro banheiro tomar banho. Aí ele disfarçou, me chamou para ir buscar minhas irmãs, e fomos jantar fora. No dia seguinte foi a véspera do ano novo, então não tivemos muito contato. No outro dia, meu avô se ofereceu para me levar de volta pra casa, de carro, então eu aceitei de mau grado. Estava doido pra voltar encoxando o meu pai de novo, mas tudo bem kkkkk. Depois desse dia meu pai e eu nunca mais nos falamos, infelizmente kkk. Ele nunca mais me procurou pra passar um dia com ele. Acho que ficou com medo. Mas eu morro de vontade de voltar a falar com ele, e quem sabe comer o cu dele. 

domingo, 11 de setembro de 2016

Conto - O namorado bombeiro da amiga dormiu vendo filme e eu aproveitei pra agarrar o volumão dele

Olá vou contar aqui uma parada que talvez muitos me julguem por ser uma amiga, mas dane-se pois ninguém é de ferro.

Meu nome é Juliano e há tempos eu tenho uma amiga chamada Patrícia. Eu tenho 18 anos e ela tem 20. Nos conhecemos tem cinco anos pois ela é minha vizinha e desde a minha adolescência que eu já sei que sou gay só que ninguém sabe, nem os meus pais nem ela nem ninguém. Desde que nos conhecemos logo percebemos que tínhamos gostos muito parecidos era muito comum irmos um na casa do outro para ver filmes.

Recentemente ela apareceu com um namorado que é simplesmente uma delícia e ainda por cima é bombeiro. Quando botei os olhos nele fiquei doido pois ele é muito gostoso, ele é tipo aqueles caras definidos e fortinhos, braçudo com coxas grossas e torneadas, adoro homens coxudos como esses. Mas era por causa dos treinamentos de bombeiro, pois eles tem muito preparo físico. Ou seja o cara é um baita de um moreno gostoso. E tem pouco tempo isso mais ou menos uns 6 meses. Ela comentava dele comigo antes deles firmarem o namoro então eu já imaginava um bombeirão gostosinho mesmo. No início eu deixava os dois mais a sós pra minha amiga curtir mais ele.

Só que acontece que de umas semanas para cá ela passou a me chamar para ver filme novamente só que agora na companhia dele também. É é claro que eu adorei pois assim poderia ficar secando aquele monumento de homem. Ele deve ter os seus 25 anos, ainda é novinho e claro que nessas oportunidades onde nos encontrávamos eu sempre dava um jeitinho de ficar secando a mala dele nossa e que mala, volumosa que só ele. Quer ver mesmo uma vez que eu vi ele com uniforme de bombeiro, nossa que mala gigante que ele tinha na frente daquela calça, parecia que nem cabia lá dentro. Aí eu ficava imaginando, esse cara deve ter um pau enorme e bolas gigantes, já que ele é todo grande o equipamento deve ser proporcionalmente grande também. E quando ele usava outros tipos de roupas como calças jeans, bermudas e calções não era diferente, sempre tinha aquela mega mala na frente que era um verdadeiro colírio para os meus olhos. Confesso que eu me quebrava todo para disfarçar as minhas olhadelhas para que ninguém me pegasse secando o namorado dela, pois como eu falei ninguém sabe que sou gay e esse cara é o típico hétero que senta com as pernas bem abertas dando aquela visão maravilhosa do volume que ele tem entre as pernas. É sério eu realmente passo muito trabalho para disfarçar pra ninguém me pegar olhando pro volume dele e o cara ainda por cima é mó gente boa, muito simpático, tem um sorrisão lindo e fala com todo mundo.

Mas voltando ao fato de que a Patrícia começou a me chamar para ver filme com eles. Acontece o seguinte o sofá da sala onde ficavamos antes para ver os filmes não é muito grande, comporta no máximo duas ou três pessoas, mas como eu queria deixar os dois confortáveis, ela colocava um colchão no chão atravessado encostado no sofá para eu ficar e o sofá ficou para os 2 assistirem confortavelmente. E uma coisa que eu passei a perceber logo de início é que o Lucas esse era o nome dele, sempre dormia durante os filmes que viamos. A Patrícia já havia me comentado isso então nem estranho muito quando eu vi. Inclusive eu acho até que ela passou a me chamar para ver filme junto com eles pois acredito eu que ele não fosse uma boa companhia já que não via o filme até o fim ao contrário de mim que era bem interessado no filme.

Como todos sabem estamos numa das épocas mais frias do ano então ela sempre trás um cobertorzinho para nos taparmos enquanto vemos os filmes, trazia um grande para eles dois e um menor para eu me tapar no colchão. Eu sempre ficava sentado com as costas no sofa ao lado das pernas deles dependendo da posição que eles estavam, se com os pés para baixo ou para cima, enfim. E numa dessas vezes aconteceu de o Lucas não está com as pernas para cima do sofá como as vezes acontecia onde eles ficavam mais juntinhos com a Patrícia meio que em cima dele enfim. Nesta ocasião a que me refiro neste momento ele estava sentado meio que normal como os pés para baixo no meu colchão comigo meio que na frente dele só que em baixo no colchãoi entendem... Mas a gente não ficava exatamente de frente para TV quando assistia. A TV ficava um pouco para o lado, não exatamente na nossa frente de forma que nós 3 tinhamos que ficar meio que na diagonal para assistir ao filme. Eu estava sentado com o travesseiro nas costas com as canelas do Lucas em minhas laterais e a Patrícia meio que encostada nele olhando para TV para o outro lado. Não preciso nem dizer que só o fato de eu estar tão perto dele meio que naquelas posições eu já ficava super nervoso e excitado. Nesse dia ele estava com um calção de tactel de forma que eu podia sentir as vezes os pelos daquelas canelas parrudas logo ao meu lado (as pernas dele são super sexys, ele tem as panturrrilhas bem grossinhas e umas pernas torneadas acho a coisa mais sexy do mundo).

Num dado momento eu fui ajeitar melhor o meu travesseiro e no movimento que eu fiz para pegar ele atrás de mim, percebi que minha mão trancou em alguma coisa. Quando dei por mim eram dois dedos meus que aviam trancado na entrada do calção do Lucas ao lado do joelho. Confesso que foi o mais puro acidentes e me deixou com muita vergonha. Então quando olhei para cima para ver o rosto dele vi que ele já estava dormindo. Dai pensei nossa e não deu nem meia hora de filme olhei para Patrícia e ela estava em um ângulo onde ela não podia me ver. Olhei de novo para ele e me tranquilizei ao mesmo tempo que derepente minha mente começou a se encher de malicia e meu pau já ficou duro na hora. Minha mão ainda estava no mesmo lugar com os dedos presos entre a barra da perna do calção delede então me deu um frio na espinha que iniciou-se na minha próstata indo até a minha nuca.

Olhei de novo para aquele bombeiro gostoso que estava logo ali sentado naquele sofá, aquele bombeiro grande e forte todo braçudo com aquelas pernas musculosas super abertas atráz de mim, aquele peitoral definido e volumoso. Ai ai começou a me dar um misto de nervosismo e tesão, meu pau já estava duro igual uma pedra mas claro que eu não me preocuparia com isso já que ninguém perceberia. A a pergunta que realmente importava era se alguém perceberia outra coisa que eu estava prestes a fazer.

Lentamente fui me virando de lado de forma que não fazia um barulhinho sequer milímetro a milímetro ia me virando cada vez mais de forma que eu ficasse meio que de lado para ele. Detalhe, ainda não tinha aredado minha mão de lá, ainda estava debaixo do cobertor deles na entradinha da perna do Calção do Lucas. Neste momento comecei a tremer de nervosismo, respirei fundo e tentei me acalmar. A Patrícia continuava a ver o filme compenetrada como sempre e aquele bombeiro pacotudo dormindo profundamente. Esperei alguns momentos até que consegui me acalmar e coloquei os outros dedos para dentro da abertura daquela perna e meio que instintivamente comecei a entrar com a mão por aquele canal que eu havia descoberto acidentalmente. Havia um bom espaço entre o tecido e a coxa dele naquele local e que coxa era bem grande e forte, mas ainda restava uma folga considerável por onde eu ia lentamente introduzindo minha mão. Eu só podia estar louco naquele momento, mas só em fazer aquilo já estava me dando um tesão enorme. Então sem que ninguém percebesse nada, ia seguindo o caminho da perna e avançando cada vez mais para o interior daquele calção. E eu sabia exatamente o que eu iria encontrar ao final daquele percurso, uma cueca inchada e abastecida com todo volume daquele macho superdesenvolvido, embalando uma bolsa escrotal pesada e uma jeba igualmente grande, era assim que eu o imaginavaquando olhava sua saliencia nas roupas.

Conforme minha mão ia entrando eu ia controlando o meu corpo e desdobrando o braço para ganhar mais alcance. Nisso a folga ia se estreitando na medida que eu ia chegando mais perto do meu objeto de desejo, o que fazia com que inevitavelmente minha mão encostasse em sua coxa. Eu me perguntava mentalmente e se ele acordar estarei fudido o negócio é tentar tirar a mão rapidamente e fazer que nada nada. Quando a folga estava bem mais escassa, com cuidado levei minha outra mão e dei uma puxadinha no tecido do calção dele pelo lado de fora na esperança de criar uma folguinha que fosse para ajudar a abrir um pouco mais a passagem. O que acabou dando certo, conduzi minha mão um pouquinho mais para frente e pude sentir com a ponta dos dedos o tecido da cueca que envolvia o inicio da coxa dele, ele estava de cueca boxer então! Só em saber que eu estava com a mão ali sentindo a perninha da cueca dele me deu um puta tesão que achei que fosse morrer. Logo pensei não acredito que estou fazendo essa loucura. Não! Melhor que isso, não acredito que estou prestes a sentir a protuberância que esse bombeiro parrudão tem dentro da cueca.

Só que eu ainda não estava com a mão lá, então fui desdobrando o braço e entrando um pouco mais com a mão rumo ao interior extremo e percebi que a lateral do tecido da perna já não existia mais, ou seja, eu já tinha passado do gavião e naquele ponto havia mais espaço onde eu podia movimentar melhor minha mão, devia estar bem no centro entre suas pernas e muito próximo aos dotes dele . Então avancei um pouco mais para frente e tive uma das melhores sensações que eu já senti. Comecei a sentir com a ponta dos dedos uma superfície de tecido extremamente macia. Introduzi um pouco mais o braço para dentro do calção dele para poder sentir melhor o que eu havia acabado de achar e vualá. Finalmente alcancei o volumão daquele macho concentrado naquela cueca entre suas pernas. Podia sentir com os dedos facilmente toda a extensão daquele volume.

Neste ponto nem preciso falar que eu tremia muito e respirava fundo para tentar me acalmar. Esperava um pouco e dava uma descansada no braço pois ficar com ele tanto tempo assim levantado para entrar dentro daquele canção havia me cansando muito e logo após descansar, passei a tatear toda aquela protuberância. Passava os dedos pela superfície e dava leves pressionadas para poder sentir a textura pois estava muito impressionado com aquilo. Conforme o tempo ia passando eu ia ganhando mais confiança e já passava a mão cheia, até o momento em que senti vontade de começar a pegar e dar umas apertadas gostosas. Com um olho na Patrícia e outro olho nele eu ia apalpando o volume lentamente por dentro do calção. Para minha sorte suas pernas estavam extremamente abertas o que acabou me conferindo muito espaço ali para manipular aquele recheio extra GG. E ele ainda estava usando uma cueca de tecido sintético, um tipo de malha fria extremamente fina que me permitia sentir gostoso aquele sacão quando eu apertava. E um pau que olha vou te contar, bem como eu pensei, mesmo flácido mas extremamente grande e grosso, bem delicioso de ficar pegando parecendo uma banana corpulenta e macia.

Acho que acabei não falando mas eu sou simplesmente tarado por saco e posso confessar que aquele saco era simplesmente gigantesco era muita fartura. Nunca havia sentido bolas tão grandes, dava pra encher a mão. Senti a jeba dele também que por sua vez era proporcionalmente grande em relação ao o saco. Que delícia mesmo mole era de uma grossura única. Nunca senti tanto volume acumulado entre as pernas de um homem como entre as pernas do Lucas. Se bem que já era de se desconfiar pois eu já estava acostumado a ver uma grande concentração em sua mala. A diferença é que agora eu estava com a mão apalpando e sentindo a dimensão. Eu estava com muito medo pois caso ele se acordasse e sentisse a minha mão lhe patolando por dentro do calção poderia querer fazer um escândalo ali, aí eu estaria simplesmente perdido, mas aquela oportunidade era tão única e perfeita que eu não poderia desperdiçá-la, então continuei apalpando aquele bolo de carne macio descomunalmente grande com minha mão por dentro daquele calção enquanto eu vigiava seus rostos. Só sei que fiquei pensando que a Patrícia tinha tirado a sorte grande pois o cara além de ser um baita de um gostoso tinha a mala mais volumosa em quem eu já tive o prazer de por as mãos e olha que eu já bolinei vários mas foi o primeiro parrudão que eu patolei, então tratei de aproveitar o restante do filme para pegar em cada milímetro cúbico da cueca daquele bombeirão e daquela mangueira grossa.

Quando percebi que o filme estava chegando ao fim percebi que tinha que parar de passar a mão no interior de sua roupa e largar seus culhões, então lentamente fui tirando minha mão de lá e puxando para fora do calção novamente para não correr o risco de ser pego no final do filme. Quando tirei a mão levei ela até o nariz e cheirei. Era um cheiro misto de sabonete com cheiro de macho, o delícia. Quando acabou o filme ela olhou pra mim e perguntou se eu gostei, fez mais alguns comentários. Eu também fiz alguns comentários aí ela acordou o Lucas. Ele se acordou, fiquei preocupado para ver sua reação queria saber se ele tinha percebido alguma coisa. Mas ele acordou bem tipicamente com comportamento de quem se acorda e de nada sabe, ou seja, eu sabia que ele não tinha sentido porque a gente sabe quando tem uma coisa estranha no ar. Aí fomos tomar um café da tarde e eu fui pra minha casa. Fiquei pensando naquilo por uma semana só sei que naquele dia bati a punheta mais gostosa da minha vida, me lembrando da sensação de estar com minhas mãos grudadas no interior do seu calção apertando todo o volume da cueca do Lucas.

Uma semana depois fiz de novo. Claro eu já tava ligado na parada. Vou postar o relato da segunda pegada que dei nele.

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