sábado, 18 de junho de 2016

Adoro exibir a mala em publico

OI galera , 
Nao eh bem um conto, estou escrevendo pra ver quantas pessoas pensam e agem como eu,gostaria de trocar contato, blza?
Nao sei voces, mas eu amo andar de pau duro na rua, pau pro lado, ou mostrando a cueca, se pego onibus procuro ficar perto de algum macho e levanto o braco pra se segurar em cima e deixo a pica amostra pra eles..rs Nao fico olhando azarando, faco com que fique "natural" e os caras sempre olham, seja gay ou hetero, me da muito tesao quando vejo eles olhando. Em banheiros entao, ja chego com o pau pra fora e saio chacoalhando. Na hora de lavar a mao, dou aquela ajeitada na mala, deixo os pelinhos aparecerem. Se alguem me ver na rua, pode pegar, pode encher a mao que eu deixo ta? hahaha Curto correr sem cueca, e sentir a pica balancar de um lado pro outro, ae x a bermuda chega molhar de tanto tesao que sinto. Em dias de vento eh melhor ainda, pois o pau fica grudado na bermuda fina, tipo de futebol.. Na praia, ai a praia. Tiro o forro de todas as minhas sungas. Quando to na agua o pau gruda, na sunga, fica muito saliente, eu chego a ficar tremendo, deito de perna aberta, passo a mao na mala, sog fico meio constrangido em meio as mulheres, mas se tiver em volta de machos,foda se, mostro mesmo.. Heteros nao tem o costume de ficar cocando o saco, dando umas pegadas na mala quando falam um com o outro? pq eu nao posso fazer o mesmo neh? mulheres nao mostram o rabao nas calcas justas, mostram os peitos, decotes? pq eu nao posso mostrar minha mala. Cada um mostra o que tem de melhor neh? kkkk. abracoss..

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Conto - Bolinado dentro do Metrô em SP

Oi, tenho 35 anos, branci, 1,73 e moro na Zona Sul de São Paulo. Vou contar um fato que aconteceu hoje (15/08/2013) de manhã que me deixou excitado até agora. Estava vindo trabalhar e para variar os metrôs estavam com falhas nas linhas e a linha Azul ficou entupida de gente. Peguei o metrô na estação Conceição, por volta das 08:40, sentido estação Ana Rosa e mal dava para se mexer lá dentro. Quando entrei, percebi que um rapaz branco, um pouco mais baixo que eu, ficou bem próximo a mim devido ao aperto, principalmente quando entrava mais pessoas, mais ele grudava em mim. Próxim da estação Santa Cruz eu me virei, pois iria descer na Ana Rosa e fiquei meio que de frente com ele, quando de repente, percebo que as costas de sua mão começa a escostar em meu pau. Como nem imaginava quais suas intenções, devido a estarmos em local público e nunca esperar uma situação destas, tentei segurar uma excitação dentro do metrô, tentei disfarçar, evitei de olhar para ele, até tentei me "desgrudar" dele um pouco, mas percebi que ele se movimentou e forçou a mão contra meu pau. Aí entendi tudo e deixei rolar, mas meu pau foi ficando duro e eu pensando: putz, como vou disfarçar para sair do metrô depois? Ele estava com uma mochila na mão que estava próxima a mim, ele então trocou a mochila de mãos e simplesmente agarrou meu pau e começou a apertar e simular movimentos de masturbação! Eu então, gostando da situação, deixei rolar e passei minha mão na sua, como quem diz: estou aceitando e adorando o que você está fazendo. Trocamos então, neste momento, olhares e ele com um ar de sorriso e cara de safado, e não largava meu pau, me deixando louco de tesão. Quando chegou em minha estação, ele não iria descer nesta, ele deu um jeito de se virar e ficou esfregando a bunda no meu pau! Infelizmente tive de descer e nem deu para falar com ele, ou trocar telefones nem nada, pois estava com um amigo meu e ia ficar uma situação estranha, pois ele não sabe de mim! Foi uma loucura rápida, mas bem excitante, tanto que vim até o trabalho com o pau duro e quando cheguei no escritório, fui ao banheiro, pois percebi algo molhando e vi que meu pau e cueca estavam tudo babado e molhado. Espero encontrá-lo novamente outro dia, pois acredito que moramos na mesma região e pegamos o mesmo metrô. Bem, é isso galera... Abraços e qualquer coisa me escrevam: tempsan@hotmail.com

Conto - Chupei meu amigo

Curto pacas ler estes relatos e também queria compartilhar um fato do qual me causou bastante excitação. Ele é inteiramente real, pois não gosto de contos fictícios.
Agora em janeiro fui passar minhas férias em Ubatuba com minha turma, como sempre fazemos.
Como ainda tinha lugar nos carros convidei meu sobrinho Felipe e um amigo dele, Müller (nomes fictícios), que também tenho amizade e já com segundas e terceiras intenções com este amigo.
O Müller é um teen delicioso, tímido, totalmente virgem, que sei. Suas medidas mais ou menos são 1,78 m, 70kg, olhos e cabelos castanhos, pernas grossas, uma bunda carnuda e corpo lisinho, uma maravilha mesmo que já me rendeu horas e horas de punhetas.
Tenho amizade com toda a família dele e exerço uma certa autoridade religiosa sobre ele, pois sou líder da mocidade de minha igreja.
Tenho 26 anos, sou loiro, 1,68m, 58kg, olhos castanhos e uma bundinha que meu cunhado adorou, e sou do sul de Minas, quarenta minutos de Poços de Caldas.
Como falei, tenho o maior tesão no cara, mas como somos da mesma igreja e tenho muita amizade com sua família isto me fazia afastar-me dele, e só vi a chance de tocar naquele corpinho nesta viagem.
Na primeira noite estava exausto da viagem e não tentei nada, mas na segunda tinha a intenção de atacá-lo na madrugada. Chegamos do quiosque, que é o ponto da moçada se encontrar, e fomos direto dormir.
Como eram beliches eu dormi na parte de baixo e ele em cima de mim. Tinha outro beliche onde dormiram minha irmã e o Felipe. Esperei todos pegarem no sono e já eram quase 1h.
Com muito cuidado pra cama não fazer barulho e nem acordar os outros dois, me levantei e fui tentando achar a rola do carinha. Por sorte ele estava só de cueca, pois tem a mania de dormir com shorts por ser vergonhoso.
Fui apalpando até achar o ponto e encontrar o volume no meio das pernas, suas mãos estavam por cima da mala e, que mala! Logo tratei de afastar suas mãos.
Não preciso nem de falar que estava super nervoso, respiração ofegante e excitado. Coloquei e mão em cima e o volume era bem grande, quentinho, e pude sentir a extensão do seu membro, mas estava mole pois dormia.
Ficava imaginando o que falar pra ele caso acordasse e percebesse que era eu, pois ver não daria pois já tinha fechado toda a janela pra não entrar claridade nenhuma.
Minha vontade era maior e não poderia perder aquela chance. Tive que subir apoiando um pé em minha cama e outra na cama de minha irmã.
Tirei o cacete dele pra fora e estava meio bomba, me certifiquei que estava dormindo e meti a boca. Mesmo estando mole dava pra notar que era bem grandinho e grosso e fiquei curtindo aquilo uns dez minutos.
Tirava pra fora lambia toda a extensão, enfiava a língua no prepúcio, pois escondia a cabeça da rola do moleque. Novamente vinha em minha cabeça o medo dele perceber que era eu e comecei a tremer, porém muito excitado, e ele não dava sinal de vida.
Desci da cama, dei um tempinho e novamente subi e comecei a mamar na rola, passando o dedo no anelzinho dele pra ver se dava tesão no cara. Lambia o saco e a barriguinha como se ela fosse minha e se eu pudesse desfrutar daquilo a qualquer momento.
Tinha muita vontade de beijar seus mamilos e sua boca. Depois de uns três minutos nessa ele deu de acordar e larguei da rola rapidinho, guardando dentro da cueca, e ele deu de me empurrar a cabeça, assustado.
Meu coração disparou e desci rapidinho, e nisso dei uma pernada na cama de minha irmã em tempo dela acordar, daí ele perguntou quem estava de pé.
Eu me deitei quietinho com o coração pra fora já meio arrependido de ter feito aquilo e sem saber o que dizer; passou mil coisas ao mesmo tempo em minha cabeça.
Quando respondi que era eu, claro, com medo dele pensar que era minha irmã, pois ela é casada e eu nunca poderia fazer aquela sacanagem com ela, e também corria o risco do pessoal acordar com as perguntas dele.
Pensei: pronto, danou-se, amanhã cedo verei como será o comportamento dele. Não passou um minuto, não sei o que deu nele ele vira pra mim e pergunta:
-Conseguiu dormir um pouco?
Eu meio sem fala respondo:
-Um pouco. Nossa! Fiquei sem entender nada, ou ele entendeu e disfarçou muito bem pelo respeito que tinha por mim ou ele não tinha percebido nada. Não sei o que seria pior.
Gostaria da opinião de vocês, se acham que ele percebeu e disfarçou ou que nada tenha percebido. Tem hora que acho que foi melhor ele não ter percebido pra evitar constrangimentos com ele, mas por outro lado tudo teria sido em vão.
Me ajudem a entender esta história. Caso tenham gostado ou tenham passado por uma experiência parecida por favor me escrevam.
No resto dos dias não me cansava de dar cantadinhas nele, como exemplo: quando entrávamos na água ficava olhando pra mala dele sem parar e falava que alguma coisa estava grande.
Teve um dia que fui tomar banho antes dele e abri a porta antes de terminar de me arrumar, pra ele ir se adiantando. Ele entrou mas não tirava a roupa, foi quando eu disse pra ele que não teria de ter vergonha pois eu já conhecia o bilau dele. Ele me disse:
-Ah, conhece?
Eu insisti algumas vezes e não fiquei por fora que ele sabe tudo. Só uma coisa foi triste em toda viagem: todos os dias eu tinha a triste missão de passar bloqueador solar em todo seu corpo.
Nas costas, na orelha, no pescoço (atrás e frente), no rosto, no peito e nos mamilos, só não passava nas pernas e nem precisa falar o que me acontecia, né?
Meu pauzão quase rasgava a sunga.

Últimos Comentários

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...