Patolada na Mala

Um blog especializado em Sleeping Fetsh, Malas e Patoladas.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Conto: Desejo pela mala do cunhado

Saudações prezados leitores.
Segue continho da hora com o qual eu super me identifiquei.
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Usuário: Diguinho58
Olá, meu nome é Diego, vou me apresentar, tenho 17 anos atualmente, 170cm, 74kg, galego e me considero bonitinho. Vou contar umas experiências que tive numa infância recente e de quebra já aproveito pra contar um pouco de como desenvolvi meu fetiche por volume de macho. Bora pro conto.

O que relato a seguir teve inicio a alguns anos atrás. Na época morávamos juntos eu, minha irmã 7 anos mais velha, e que hoje já é casada e nossa mãe. Quando eu tinha 10 anos minha irmã arranjou um namorado de 20. Eu até que achava ele legal, me dava certa atenção e tudo mais coisa que qualquer criança gosta. Conforme o tempo foi passando e eu fui ficando mais velho e passando por aquela fasesinha básica dos 13, 14 anos, os hormônios começaram a fervilhar e eu percebi que certas coisas começavam a chamar minha atenção mas de um modo diferente e aos poucos fui ganhando atração por certas coisas que eu via na TV, na rua e nas pessoas em geral, ou melhor dizendo, nos homens em geral. Coisas que como hoje bem sei, me excitavam. E tinha uma coisa em especial que prendia muito a minha atenção, por algum motivo eu adorava observar o volume que se fazia na frente das calças deles, dos calções, das bermudas etc. Eu ficava vendo aquele relevo acentuado que alguns tinham ali na frente e tentando imaginar a visão da cueca recheada deles logo ali atrás da braguilha, imaginava como devia ser ele de cueca com aquele volume que elas tem, como seria o tecido da peça, a cor, o formato, o tamanho da protuberância... Principalmente dos rapazes mais adultos onde as dimensões eram sempre maiores ao meu ver. A praia mesmo nunca mais foi a mesma para mim depois dessa fase, não podia ver um homem de sunga que colava o olho. Foi nessa época que eu tb aprendi o que era punheta e o quanto prazer ela podia proporcionar. Então a simples visão de uma mala já me deixava doidinho onde muitas vezes eu ligava isso ao mistério dando vontade de ver a cueca do macho, principalmente se eu visse a bordinha por cima da cintura do calção, me permitindo descobrir a cor e o tecido dando para mim várias pistas de como seria a parte da frente dela escondida atrás da braguilha onde tinha o volume do tabaco e do saco.

Bom, voltando ao Rodrigo. É claro que a mala dele virou alvo constante da minha observação. E em se tratando dele, oportunidades é o que não me faltavam para olhar. Comecei a reparar melhor no volume que ele carregava na frente do calção, um volume bonito, pesado, bem marcante. Cheguei a conclusão de que o Rodrigo tinha exatamente o tipo de mala espichada que me atraia. Ele não usava aqueles calções folgados, eram sempre na medida certa para ele, caindo certinho no corpo, então parece assim que o velcro do calção se emoldurava ao volume da cueca dele deixando assim uma visão espetacular. Coisas assim comecei a observar, tb o quanto ele era um moreno bonito, um corpinho normal, estatura média, magro, coxudinho, moreno claro (cabelo preto e pele branca). A vontade de passar a mão naquele volume era cruel. Mas tentava não dar bandeira, afinal era uma parada só minha. Quantas vezes me punhetei imaginando a minha mão na frente daquele calção apalpando sobre o velcro e abusando dele, ficava imaginando como seria encher a mão no volume do meu cunhado, abrir o velcro e ter acesso a cueca recheadona dele. Meu pênis já estava bem encorpadinho, e meu equipamento já tinha dado uma boa crescida mas o volume do Rodrigo era outro nível pq ele já tinha quase 25 anos, ou seja, já era tamanho de adulto. Quantas vezes eu fingi ter deixado cair alguma coisa no chão só pra ir debaixo da mesa só pra ficar olhando o volume entre aquelas pernas que ele insistia em manter abertas. Eu adorava fazer isso. Dependendo do calção que ele tava o sacão dele ficava uma delícia bem retratado no tecido, estufadão. A vontade de tascar a mão era grande.

Aos meus 15  anos, minha irmã já estava com o Rodrigo a 5 e por esse motivo nós já estávamos mais do que acostumados com a presença dele lá em casa. Bem nessa fase ele começou a jogar futebol aos domingos uma vez por quinzena com um grupo de amigos dele. Isso acontecia no inicio da tarde e quando ele voltava do jogo vinha direto pra nossa casa esperar a Raquel minha irmã chegar, pois aos domingos ela e minha mãe trabalhavam num salão de beleza. Era sempre assim, ele chegava, tomava banho, colocava uma roupa limpa (ele tinha algumas no guarda-roupa da Raquel) e ia pro sofá tirar um ronco, pois ele chegava sempre todo destruído de cansado do jogo. Eu particularmente tinha adorado essa nova rotina dele, pois nesse momento eu aproveitava pra ficar secando o volume másculo no calção dele e bater umas bronhas enquanto olhava. Iá por trás do encosto do sofá e ficava admirando aquela onda arcada pra cima parecendo uma montanha russa. Era bem nítido para mim que a rola e o saco dele estavam guardados ali. E foi justamente aí que a parada mais séria começou.

Quando chegou na 3ª vez que aconteceu essa oportunidade, me deu uma vontade de passar a mão. Vi ali uma oportunidade de ouro de realizar um negócio que eu queria muito a tempo. A mala daquele rapaz de 25 anos ali, bem farta e grande e ao meu alcance, era só esticar a mão e dar uma apertadinha de leve no volume dele por cima do tecido. Se eu colocasse a mão em forma de concha em cima e colocasse o minimo de pressão, só pra sentir um pouquinho, talvez ele não acordasse. Ele tava com um calção de tactel que deixava o pacote dele lindo, bem destacado e volumoso, mas eu estava com medo dele acordar com a minha mão ali. Mas a emoção de conseguir realizar aquela façanha foi maior e mesmo muito nervoso resolvi tentar. Me tremia todo, mas levei a mão por cima do encosto do sofá bem de mansinho ao encontro da mala dele. Ele estava deitado de barriga pra cima, mas com a cabeça virada para o lado de onde eu podia ver aquela barbinha cerrada dele e parecia estar dormindo mesmo, pois ele até ressonava, mas se algo desse errado eu pularia pra dentro do banheiro que ficava bem perto. Levei a mão devagarzinho e encostei um dedo, na hora me deu um frio na barriga. Nem acreditava direito no que estava fazendo, eu estava perto de me realizar e ele nem podia imaginar que o cunhadinho inocente estava prestes a dar uma patolada no pacote dele mesmo que por cima do calção. Após estes breves pensamentos eu continuei, fui descendo a mão e encostando os outros dedos, até que tomado pelo instinto abri a mão e apalpei de mão cheia aquela fartura mas na hora que eu ouvi o som do velcro do calção estralando tirei ela bem rapidinho e me abaixei atrás do sofá. Confesso que foi alucinante eu tava bem doido em tentar aquilo, mas a adrenalina e o tesão estavam demais. Meu pau tava durinho dentro do calção e babando muito e eu estava muito tremulo e com cala-frios, mas só sei que a sensação foi extremamente deliciosa eu queria mais, tinha que apertar mais aquele volume, então lá fui eu dar outra investida nele.

Me inclinei por cima do encosto do sofá novamente e levei a mão lá no meu lugar preferido, a mala. Sempre vigiando o rosto dele, pois ao menor sinal de despertamento eu vazaria. Abri a mão e fui acoplando ela em cima da protuberância dele e pude sentir como era quentinho. Assim que me senti seguro apertei aquela mala de novo e sai dali fugido pra trás do sofá pois o medo dele acordar era grande. Repeti essa tática 5x e como vi que ele não havia sentido a minha mão resolvi arriscar e aproveitar mais os legumes dele. Coloquei a mão lá novamente e dei uma apalpada, mas dessa vez não tirei a mão, esperei um pouquinho e dei outra amassadinha no marmanjo e resolvi ficar nessa, apertando o volume dele na manha sistematicamente e vendo como era macio. Era a realização de um sonho, poder ficar pegando na frente do calção de um homem e sentir o que eles tinham. Era o que eu queria desde a minha puberdade. Só que as minhas pegadas eram leves pois o velcro estralava quando a pressão era grande e eu não queria acordá-lo de jeito nenhum. Então fiquei com a mão grudada ali apalpando ele na frente do calção enquanto ele dormia e com a outra mão eu me estimulava por dentro do calção. Confesso que senti muito tesão fazendo aquilo. Até o piruzão e as bolonas dele eu conseguia sentir lá dentro sendo esmagadas na minha mão. Fiz isso até que gozei e sai fora pro banheiro me limpar. Tava muito satisfeito, pois tinha descoberto uma fonte de prazer, a mala do meu cunhado. 2h depois minha irmã chegou e acordou ele.

Após essa experiência, fiquei esperando ansiosamente pela próxima vez em que ele viria pra cá após o jogo de futebol cochilar naquele sofá, pra eu ficar apalpando aquele pênis robusto dele dentro daquele calção de novo na hora que ele tivesse apagado. Me sentia como se tivesse com uma sede insaciável de algo do qual havia provado recentemente. Aquelas duas semanas pareciam meses, mas chegou o dia e lá veio ele novamente. Esperei com o coração na mão ele tomar o bainho dele até que veio para o sofá com o mesmo calção de tactel com  aquela malona. Mau via a hora de começar a apertar com a mão ali. Esperei ele pegar no sono, mas desta vez parecia uma espera muito maior. Assim que deu uma hora mais ou menos fui lá conferir e lá estava ele ressonando de barriga pra cima novamente e para a minha alegria com aquela mala saliente completamente desprotegida. Poderia enfim começar a patola-lo. Conduzi minha mão para cima daquele volume consistente, sempre o vigiando claro e comecei a apalpa-lo bem lentamente para não acordá-lo. Só pressionava o suficiente para sentir a densidade. Coloquei a mão por dentro do meu calção e comecei a me estimular tb para aumentar o prazer. Como era gostoso fazer aquilo. Tinha encontrado o jeito perfeito de saciar o meu fetiche e sem me comprometer. E era ali no calção do meu cunhado que eu estava matando toda a minha sede de sentir o volume de um homem na minha mão. Apertei horrores a mala dele.

Nesta mesma 2ª vez que fiz isso me ocorreu a ideia de aproveitar pra ver a cueca dele e deu vontade de abrir o velcro do Rodrigo. Seria a evolução de um sonho realizado. Então eu peguei na pontinha da aba do velcro de cima que estava sobre a outra e tentei puxar, não veio, ai apliquei um pouco mais de força, mas parei pq começou a fazer aquele barulho de estralo e poderia acordá-lo. Mas me satisfiz apertando todo o volume que tinha na frente daquele calção que para mim já erá algo fenomenal. Passado este dia, durante aquela semana não me saia da cabeça a ideia de poder ver a cueca dele enquanto ele estivesse dormindo, abrir aquele velcro e ver a dimensão do volume dela, a forma como as bolas e o tabaco se acomodavam lá dentro, ver para qual lado estaria o piru grande dele. Ou melhor ainda, dar umas apertadas no volume por cima do tecido fininho pra sentir o recheio. Foi ai que me veio a ideia de sabotar o calção dele, já que geralmente ele usava o mesmo. Se o problema era o barulho que o velcro fazia ao ser aberto, então resolvi dar um jeito no sistema de fechamento daquele calção pra poder abri-lo ali na frente silenciosamente e ver a cueca que ficava logo atrás daquele tecido. Sendo assim fui ver o velcro de um um calção meu que não fechava mais direito para me inspirar e vi que o motivo era pq tinha muitas sujeirinhas e penugens entranhadas lá, então tive a engenhosa ideia de fazer o mesmo com o calção dele e colocar um monte de penugem lá no meio tb, até uma linha toda enodada eu coloquei, pra tirar toda a fixação possível do velcro dele e enfraquece-lo ao máximo, fazendo as abas desgrudarem bem facilmente com simples movimentos. Até testar eu testei movimentando o calção e concluindo que andando só um pouquinho o velcro ia perder quase todo o poder de fixação. E tomei o cuidado de fazer isso durante o dia numa hora em que eu estivesse sozinho em casa rarara. Escondi no meio das outras roupas os outros 2 calções dele que vi lá, só para garantir que ele pegasse exatamente esse na hora de ir para o banho e fazer ele ir dormir com o calção praticamente aberto. Eu tinha certeza que com essa tática eu ia conseguir acessar o interior do calção dele e apalpa-lo por cima da cueca. Executado o meu plano, agora só bastava esperar chegar o aguardado dia do ataque apalpativo de malas completamente abastecidas rsrs.

Chegado o domingo do jogo, lá estava o Rodrigo na nossa casa de novo. Fez todo aquele ritual como de costume. Quando vi ele entrando no banheiro segurando aquele calção que eu deixei preparadinho para ele, cheio de linha no velcro, já me deu até uma ansiedade. Fiquei torcendo pra ele não perceber nada de diferente lá dentro. Enquanto ele tomava banho eu fiquei imaginando o volume da cueca do Rodrigo preenchida com aquele saco de macho já grande e aquele tabaco encorpado que ele tinha, eu deduzia isso pelo desenhão entre as pernas dele quando eu o espiava debaixo da mesa e tb pq já tive o prazer de comprovar apalpando ali na frente do calção dele tb rsrs. Após o banho ele saiu do banheiro já usando o calção, ai logo pensei, é hoje!!! Andou um pouco pela casa e eu só observando o calção dele, e vi que a parte de cima do velcro estava se movimentando sobre a de baixo, assim deslisando meio solta, coisa que eu já esperava. Era o velcro que não tava fechando direito e pela movimentação das pernas dele tava se desprendendo ainda mais. E eu torcendo pra ele não perceber e estranhar aquilo, pois a mala dele sempre se projetava um pouco para frente por causa do volume como eu já havia dito no inicio do relato (característica esta da qual eu não conseguia tirar o olho), o que neste caso poderia ser um problema e fazer a braguilha dele abrir de repente fazendo ele querer trocar de calção, coisa que para a minha alegria não ocorreu e nem tão pouco ele notou aparentemente ou se notou não ligou. Ele estava acostumado com aquele calção sempre fechando bem, imagino que no banheiro nem deve ter percebido a diferença. Só sei que meia-hora depois ele já estava no sofá quase pegando no sono com o semblante bem pesado assistindo TV como de costume. Estava saindo tudo conforme eu havia planejado, agora era só aguardar ele ferrar no sono com a portinha do calção aberta para eu entrar e me saciar a vontade na mala interna dele encapada só pela cueca. Esperei a tradicional 1h para ele apagar completamente pois eu não tenho muita noção do tempo necessário para um sono mais profundo e quando ele já estava a vários minutos ressonando comecei a agir. Olhei pra ele lá deitado de barriga pra cima, pernas esticadas e a mala espichadona e vi que a porta estava só levemente encostada, poderia agora ser aberta com uma leve puxadinha. Então levei a mão até a protuberância dele e com muito cuidado peguei a abinha de cima do velcro com os dedos e fui trazendo lentamente ela pra cima na intenção de dividi-las. Como não tinha praticamente garra nenhuma graças a minha sabotagem (rsrsrs), ela se separou e veio sem fazer praticamente nenhum barulho, de modo que pude abrir o velcro dele bem facilmente desta vez. Levei a outra mão lá e com a ajuda das duas mãos fui abrindo lentamente o calção do meu cunhado puxando as abas para os lados. Minha intenção era abrir o máximo que desse, mas abrindo o suficiente para a passagem da minha mão já estava bom rsrsrs. A medida que eu ia alargando aquela fenda na frente daquele calção a cueca dele ia sendo revelada e eu já conseguia ver ali dentro uma superfície arredondada num tecido fino e mais claro. Não pude ver, mas meus olhos deviam até ter brilhado. Esgacei aquela abertura o máximo que pude me permitindo contemplar finalmente toda a extensão do volume da cueca do Rodrigo branca com linhas verticais, volumosa, recheada, linda. Acho até que fiquei hipnotizado por alguns instantes com a visão daquela coisa. Finalmente eu estava vendo ao vivo e a cores como era o volume da cueca em um homem de 25 anos, dava pra ver um sacão grande e o piruzão roliço virado pra esquerda naquele belo espécime de macho. Agora eu sabia  o que tinha atrás daquela braguilha roçando na parede interna daquele calção. Com a cueca totalmente exposta e a minha merce, resolvi tocar no tecido para continuar assimilando, era chegado o momento de me esbaldar. O mistério da masculinidade dele me pertencia. Então levei a mão até ela, segurei levemente... e passei a apalpa-la, só pela fina camada de tecido, o que me permitiu sentir toda a textura dos órgãos genitais dele. Fechei a mão ali em cima e senti aquela consistência deliciosa que agora eu sei, só uma cueca recheada de macho tem.

Fiquei imaginando se minha irmã aproveitava assim tb, se gostava de apertar aquele volume de macho, pq eu particularmente achava bom demais. Fechei muito a mão naquele recheio de cueca gostoso que ele tinha. Apalpava o sacão, e que sacão hen, um belo, grande e macio escroto, parece que foi feito pra ser pressionado. Uma delicia ficar sentindo aquelas bolas graúdas dele, principalmente quando fugiam do meio dos meus dedos. Imaginei que deveria ser uma bela de uma fábrica de porra e que ele sim deveria produzir muito leite dentro daquela bolsa escrotal volumosa. E aquele tabaco, o que era aquilo? Era difícil ficar se controlando pra não apertar muito. Tinha que apertar na manha pra não acorda-lo. Mas o dele era muito encorpado, era um piru assim bem volumoso, parecia ser bem carnudo e pesado. Peguei muito naquele piru grandinho dele só apalpando com os dedos por cima da cueca, aquela coisa molinha guardada pro lado.

Foram várias as vezes em que peguei naquele piru grosso que ele tinha por cima do calção e da cueca. Hoje eles já são casados e eu já não tenho mais aquelas oportunidades constantes aos domingos. Minha vontade quando eu vou na casa deles é agarra-lo e dar umas apertadas gostosas naquele volume gostoso dele guardado dentro daquela cueca que eu bem conheço. É claro que não faço isso com ele acordado se não levaria umas bifas eu acho, mas é claro tb que eu ainda tento dar uma investida ou outtro sempre que posso. Na própria casa dele já aprontei várias oportunidades pra tirar umas casquinhas dele e matar a saudade. E tenho quase certeza que ele nem desconfia que eu já esquadrinhei cada cm³ da cueca dele.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Novas Políticas de Conteúdo do Blogger e um Pouco Sobre o Blog

Bom dia queridos.

Venho por meio deste post comunicar aos fraquentadores deste blog uma importante nota.

Gostaria de informar a todos que recebi um e-mail da Equipe do Blogger ontem informando sobre uma futura alteração na Política de Conteúdo do Blogger. Em síntese, não serão mais permitidos blogs contendo imagens ou vídeos de nudez explícita ou sexo explícito. A nova política entrará em vigor no dia 23 de março de 2015. E após isso, o Google restringirá o acesso a qualquer blog identificado como "em violação da política revisada". O conteúdo não será excluído, mas somente os autores do blog e as pessoas com quem eles tiverem expressamente o compartilhado, poderão ver o conteúdo que será tornado como privado.

Desta forma, acredito que todos os autores e detentores de blogs do Google que se enquadram nesta classificação, receberam este e-mail e já devem estar conscientes de que seus blogs não terão mais como ser públicos a qualquer momento a partir do dia 23/03/2015, o que certamente  causará um grande impacto no ambiente digital dos fornecedores e consumidores das mídias desta categoria.

Embora este Blog não tenha foco algum na nudez explícita das pessoas e nem tão pouco no sexo explícito, é sabido que uma boa porcentagem das minhas postagens contenham vídeos onde aparecem os pênis do caras descobertos, principalmente nos casos dos vídeos de sexo oral com os caras dormindo ou naqueles casos onde rola a típica ceninha da penetração que vem depois das preliminares, foco da postagem. Meu interesse está na mão-boba e no fetiche de certas sacanagens, mas como não tenho como cortar os vídeos que apenas são incorporados, eles acabam trazendo consigo o sexo explícito que acaba aparecendo em algum momento.

Sempre gostei de procurar material na internet e de também escrever contos, entretanto não tinha um meio muito eficiente para armazenar estes conteúdos. Foi desta necessidade que o Blog Patolada na Mala nasceu em 28/07/2012, pois acreditava que um blog seria perfeito para guardar todos os achados que iam de encontro as minhas preferencias. Preferencias estas que dispensam a simples penetração, sexo explícito e demais putarias comuns do universo gay que no caso estão disponíveis em larga escala na web para aqueles que as apreciam, através de centenas e mais centenas de sites os abordando. Ocorre que os temas que curto não são assim tão abundantes, sendo necessário procurar bem e peneirá-los posteriormente. E sabendo eu que poderiam haver outros com os mesmos fetiches, resolvi que seria uma boa ideia dar uma forma ao site e deixá-lo público em vez de usá-lo apenas como depósito de links e textos. Vendo que a proporção do alcance atraiu mais pessoas do que eu esperava, resolvi alimentá-lo com certa periodicidade para alegria dos leitores o que acabou me alegrando tb. 

Então para que eu possa continuar com esse trabalho, resolvi estudar a possibilidade de migrar o Patolada na Mala para outra plataforma de blog. Se der certo é provável que muita coisa possa ser salva, mas se por ventura não der, algumas coisas eu poderei repostar conforme eu for revisando ou se algum frequentador resolver pedir. De qualquer maneira, com certeza o endereço do blog não será mais o mesmo, pois adquirirá em sua escrita as características da nova plataforma, mas sobre isso é certo que os avisarei até o dia 23/03/15.

No mais, um grande abraço a todos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Malas bonitas dos apresentadores

Não sei quanto a vcs, mas eu gosto muito de manjar a mala dos outros em situações normais do dia a dia ou em coisas que eu vejo na TV ou na Web, como esses dois apresentadores por exemplo do Omelete TV. Por mais interessante que seja o conteúdo que eles estejam apresentando no programa, não consigo deixar de reparar no conteúdo que eles estão apresentando nas calças tb.
Acho sinceramente que eu não devo devo ser o único, devem ter muitos que exercitam o mesmo hábito tb. 

Gostaria de saber a opinião de vcs. 
Acharam eles bonitos?
E qual das duas malas é mais atraente e gostosa na opinião de vcs?
Espero seus comentários.Tem muita coisa que eu vejo e gosto mas que acabo não postando como o caso.


Se eu ver que agradou aos leitores, eu posto volta e meia alguma coisa quie eu vejo durante o dia comentando o que chamou a minha atenção para compartilhar com vcs.

Para quem quiser conferir a movimentação o e o rostinho bonito deles segue o vídeo no link aqui.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Conto: O Velcro e a Caneta - Uma viagem bem audaciosa

Segue conto recebido de leitor.
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Teve uma época que eu estudava a noite e vinha pra casa de ônibus. O ônibus ficava parado no terminal e muita gente já estava dentro esperando ele zarpar pra ir pra casa e alguns até dormindo. Quando eu entrava no ônibus já ficava de olho procurando um gostoso que me chamasse a atenção pra sentar do lado e de preferencia que já estivesse dormindo. Numa dessas vezes eu avistei um boyzinho teen delicia sentado na janela dormindo, moreninho e parecia bonito. Sentei do lado com todo cuidado, pra não esbarrar nele, não queria acordá-lo. Assim que me acomodei comecei a reparar nele. Devia ter uns 19, 20 aninhos, pele bronzeada, cabelo preto espetadinho, magrinho normal e tinha uma aparência simples, trajava uma camisa azul marinho com alguma logomarca de empresa e estava com um calção de tactel e sandálias. Enfim, o muleque era uma tetéia. Não pude deixar de reparar o volume acentuado no calção dele e outro detalhe que me encheu de tesão na hora quando percebi, o velcro do calção dele estava cansado. Sabe quando de tanto vc usar, o velcro vai perdendo a garra e já não gruda tanto.

Então, estava assim prezo por uns poucos fios meio que querendo abrir. Ai vendo aquilo, olhava pro rosto dele e a cabeça pensa para o lado babando, ai pensei que se ele tivesse trabalhado o dia todo, devia estar cansado e num sono pesado e talvez nem sentisse a cueca sendo molestada e apalpada lentamente por outro macho (kkk). Fiquei pensativo, mas aquela me parecia uma oportunidade perfeita de sentir o volume daquele muleque gostosinho e maludinho. Aquele ônibus tinha um reclinador que permitia aos acentos se inclinarem levemente e o dele estava assim, de modo que o guri estava um pouco esticado. Então fiquei observando o velcro dele. A maior parte estava descoberta pela aba de cima que estava bem afastada para o lado quase se separando. Então pensei: "Se eu lentamente puxar os fiozinhos que faltam o calção se abre e não haverá mais nada protegendo a cueca gostosa desse ninfetinho e vou poder senti-la com a minha mão". Então esperei o ônibus dar o arranque, para que o barulho do motor e os movimentos da viagem ajudassem a camuflar minha ação confundindo os sentidos inconscientes dele. Era uma linha direta via asfalto então não ia ter paradas deixando o ônibus em meia luz internamente o que ajudou mais ainda.

Assim que o busão saiu da estação resolvi fazer um teste com o sono dele, levei a mão até o volume e pressionei um pouco pra baixo com 2 dedos pra sentir um pouquinho a mala dele e pra ver se ele acordava. Caso ele despertasse eu recorreria a velha tática de "se fingir de morto"  kkkk, tiraria a mão na velocidade da luz e fingiria estar dormindo. Mas como nada aconteceu resolvi ir para a parte mais audaciosa do meu plano.

Peguei uma caneta e cuidadosamente fui com a ponta lá no colo dele, coloquei a ponta da caneta entre as duas abas do velcro aonde ainda estava preso e levava para o lado pra estourar fiozinho por fiozinho. Tinha que ser assim pois esses calções são barulhentos e essa era a forma mais discreta. Nem preciso dizer que eu estava excitadíssimo e nervoso enquanto fazia isso (normal em situações como essas). Fiquei trabalhando naquele velcro enquanto o garoto dormia, louco que aquelas duas abas se soltassem, desfazendo toda a fixação que ainda restava ali. Eu conferia o rosto dele e continuava com o rosto virado dormindo o que me encorajava a continuar arrancando a resistência do calção dele. Logo logo eu teria o que estava ali dentro. Continuei enfraquecendo aquela abertura até conseguir brechar a corsinha da cueca dele. Emocionado continuei abrindo e aumentando a abertura frontal daquele calção. Estava louco para penetrar aquela barreira. Lentamente aquela visão deliciosa do volume do muleque protegido só pela fina camada de tecido da cueca foi se formando ao meu lado. Fiquei estourando até o último fiozinho para ter uma abertura total. Para minha sorte se tratava de um velcro comprido o que permitiu a criação de uma passagem bem ampla. Quando finalizei pude ver todo o conteúdo antes oculto ali dentro. Parecia uma almofada pronta para ser apalpada (kkk). 

Agora que eu abri o capô poderia mexer a vontade no motor. Eu fiquei um pouco preocupado que ele pudesse estar acordado então esperei um pouco. Estava ansioso para colocar a mão e começar a alimentar minha mente com todas as informações masculinas dele. Então lentamente levei a mão lá na abertura e suavemente fui tocando no pacote dele diretamente sobre a cueca. Eu não desgrudava o olho do rosto dele, pois ao menor sinal de despertamento eu fugiria com a mão dali (rarara). Inicialmente comecei passando a mão e conforme o tempo ia passando eu ia ganhando confiança e já começava a apalpar o piru dele, que estava sendo bem fácil já que eu estava com a mão diretamente na cueca. O medo que ele acordasse era enorme, só não era maior que a emoção e o tesão em fazer aquilo. Como via que ele não acordava e a baba continuava caindo durante a viagem naquele asfalto macio, eu ia me empolgando e já começava a juntar o piru do muleque com os dedos afastando um pouco do corpo dele. Puxava ele um pouquinho pra cima pra envolvê-lo entre os meus dedos e poder apertar melhor. Passei a mão no saco dele de leve pra sentir a textura e ver como era. O danado além de ter um piru bom era boludo rsrsrs. Depois voltei ao piru pra continuar fazendo bilu-bilu (kkkk). Eu estava louco pra sentir aquele pau endurecendo na cueca entre os meus dedos, mas não aconteceu, o que é um bom sinal, pois significa que realmente estava dormindo. Então continuava lá, apertando o tabaco do muleque que tinha um tamanho razoavelmente bom. As vezes pegava tudo com a mão cheia e as vezes voltava para o piru dele. Essa brincadeirinha durou 20 minutos, do momento em que eu abri o velcro até o momento em que eu desci por ter chego o meu ponto. Simplesmente deixei como estava e desci do ônibus depois de ter pego muito na cueca daquele muleque maludo. Foi uma aventura inesquecível.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015