Patolada na Mala

Um blog sobre Malas, Patoladas e Sleeping Fetsh.

domingo, 20 de julho de 2014

Conto - Uma criança não tão inocente se aproveitando do primo

Adorei o conto da aposta do jogo de cartas. Como disse já aconteceu comigo algo similar conforme vou te contar.

Tenho um primo que quando eu tinha 11 anos, ele tinha 13 e ele já estava na puberdade e por isso já tava botando corpinho de homem, o peito e o abdome dele já tava definindo, as pernas já estavam criando pelos, a voz estava engrossando e eu comecei a reparar no volume do short dele que parecia estar maior cada vez que eu via ele, mais acentuado e marcado no tecido, imaginando eu que o piru dele devia estar crescendo junto e ficando maior por causa do desenvolvimento do corpo, e comecei a ficar curioso, pq eu ainda não tinha entrado nessa fase e nem me desenvolvido, ainda tinha o corpo franzino de criança. Nessa época eu ainda não me entendia como gay mas o pinto dos outros já me atraia, principalmente os dos mais velhos pq eu sabia que o deles eram maiores. E esse meu primo estava começando a entrar nesse perfil. Ele era meio tansinho na época. Mesmo sendo mais velho ainda não tinha malícia pras coisas pq era filho único criado muito preso dentro de casa pelos meus tios super-protetores, ao contrário de mim que era muleque solto na rua desde novinho. Então um dia nossos pais saíram juntos e ele ficou lá em casa sozinho comigo jogando pifi que a gente gostava bastante. A gente tava jogando no chão e de pernas cruzadas (tipo borboleta) e vcs sabem que essa é uma posição que as pernas se abrem bem e se o calção for justo e o tecido se esticar cola no saco e faz o formato do que tem ali. Pois bem, e como ele tava com um short escolar de tecido que estica eu comecei a olhar pro meio das pernas dele e secar o volume dele que tava bem ressaltado no short que ele tava usando. Conforme ele se movimentava pra pegar e soltar as cartas entre a gente o tecido esticava um pouco e voltava dando a imagem de algo maleável, macio e flexível só que ao mesmo tempo consistente. Parecia que tinha um coração batendo e pulsando ali dentro por causa dos movimentos. Não conseguia tirar o olho. Ele inocente e concentrado no jogo nem percebia que o tecido tinha grudado nele e deixado a mala dele bem volumosa, contornada e chamativa. Então eu bem malino, perguntei pra ele na maior cara de pau qual era o tamanho do piru dele e se era grande. Ele ficou vermelho e desconversou, disse que não ia me dizer. De certo nem ele estava acostumado ainda com a transformação e o avantajamento de certas "coisas" além do fato dele já ser naturalmente tímido. Eu insisti mas não teve jeito dele me revelar. Mas eu era um muleque teimoso e malino. Coloquei aquilo na cabeça e teria que saber de qualquer maneira. E pelo visto eu ia ter que extrair essa informação dele de outro jeito. Enquanto ele olhava pro jogo nas mãos dele eu secava descaradamente o volume saltado no calção entre suas pernas me questionando se tudo aquilo era o piru dele. Eu tava muito curioso pra saber como era pois imaginava que em breve o mesmo aconteceria comigo. Ai eu disse:

_Vamos jogar valendo umas consequências? Tipo o ganhador tem direito a um desejo e o perdedor tem que se submeter.

Eu propus aquilo já cheio de segundas intenções e ele coitado acabou aceitando. Não imaginava ele que eu ia usar o jogo pra arrancar todas as informações que eu queria de dentro da cueca dele. Ai na 1ª que eu ganhei, ele me perguntou qual era o meu desejo no que fui logo respondendo e gerando a conversa abaixo:

_O meu desejo é que vc fique PARALISADO.
_Âh? Paralisado, como assim?
_É simples. Eu quero que perca todos os movimentos. Não podes mexer as pernas e nem os braços e tens que ficar exatamente assim, sentado com as pernas abertas e cruzadas como tu tá agora (A ideia era que ele continuasse naquela posição com a "guarda aberta", com tudo bem vulnerável, volumoso e acessível pra eu tirar umas casquinhas enquanto ele estivesse impedido de se mexer). E só podes voltar ao normal quando eu falar.
_Tá, e qual é a lógica?
_Vc já vai descobrir. Eu só quero saber se vc vai obedecer a regra ou vai dar pra trás?
_Ta, tudo bem. Não vou me mexer, já estou paralisado. E agora?

Era tudo que eu queria ouvir. Ai eu fui e sentei perto dele, olhei pro volume entre suas pernas e falei:

 _Tem um negócio que eu quero conferir. E agora que tu não podes mais se mexer... vai ser bem fácil extrair o que eu quero de ti e descobrir o que vc não quis me dizer.

Ai ele fez uma cara de assustado e perguntou com uma voz trêmula o que que eu estava pensando em fazer. Ai eu bem malino coloquei um sorrisinho no canto da boca e comecei a dirigir a minha mão lentamente em direção ao pacote dele. Sem falar nada e com os olhos bem abertos ele acompanhava o movimento da minha mão se aproximando cada vez mais do intervalo volumoso entre suas pernas. Quando cheguei com a mão em cima do volume eu fui no ouvido dele e falei sussurrando:

 _Agora eu vou descobrir o tamanho do teu piru.

E fechei a mão em cima da mala no que ele arregalou os olhos e a boca e respirou fundo. Eu adorei aquela reação dele. Ia ser mais fácil do que eu imaginava. E lentamente comecei a sentir o volume que tinha ali por cima do tecido com a ponta dos dedos. Eu estava hipnotizado com aquilo e agora podia passar a mão tb. Aos poucos fui pressionando e afundando mais os dedos naquela superfície macia e sentindo mais como era. Fechava a mão toda em cima e ainda não conseguia segurar e abranger tudo, visto o volume elevado em proporção a minha mão, e ele estático não acreditando. Estava muito gostoso, mesmo não tendo gozado até então eu sentia muito prazer em fazer aquilo. Eu realmente era precoce pra minha idade e queria sentir como era, estava de fato curioso, então eu apertava, só que fraquinho só pra sentir. Fiquei me divertindo um tempinho no pacote do meu primo. Aos poucos ele foi recuperando o fôlego e começava a rir, sabem, daquele jeito quando a gente pega no saco dos caras. E eu tb, aos poucos fui percebendo que o que eu estava apalpando mesmo era o saco dele, e que saco. No meu universo kid, aquele era um saco bem farto. Então fui tomando gosto pela coisa e apalpava cada vez mais. Quando eu estava começando a me empolgar ouço ele dizendo:

 _Ei, ei ei... Deu cara... já apertasse bastante.

 E eu realmente tinha passado muito a mão, até perdi a noção do tempo, certamente vários minutos. Então ele reclamou, dizendo que aquilo não valia e que era sacanagem ficar apertando o saco blah blah blah, aquele papo de quando não querem que façamos de novo. Só não sabia ele que eu tinha gostado e agora pretendia ficar apalpando o saco dele a tarde toda naquele jogo (kkkkk). Iniciamos o jogo de novo e eu resolvi começar a roubar, só pra ter ele na minha mão durante o jogo. Eu conhecia uns truquezinhos, pois jogava com os adultos as vezes e eles me ensinavam uns macetes.

Ai a próxima eu ganhei de novo. Então eu disse as palavrinhas mágicas "Vc vai ficar PARALISADO". Ele reclamou e disse pra mim não fazer aquilo de novo. Eu ignorei o que ele falou e fui com a mão direitinho lá entre as pernas dele e comecei e pegar de novo. Ele começou a olhar pra mim e rir enquanto eu apalpava o saco dele. Eu vi que ele queria fechar a pernas e usar as mão pra tirar a minha. Então eu disse pra ele que ele não podia, que tinha que deixar e ficar imóvel. E assim fui apertando o saco dele que claro, era significantemente maior que o meu o que me deixava doidinho. Desta vez eu peguei durante um tempinho legal e disse "pronto". Eu estava adorando e ficando viciado, mas ainda não tinha pego no piru dele que a principio era o meu objetivo original. Então na próxima claro que eu ganhei de novo e disse no ouvido dele:

_PARALISADO! Rsrs. O teu saco é grande. Quero ver agora se o teu piru tb é grande.

E levei a mão na mala dele de novo e comecei a tatear pra achar o pinguelo dele por cima do tecido até achar. Assim que achei a salsicha dele comecei a pegar nela e pressionar entre os meus dedos. Era muito gostoso de apertar, parecia uma borrachinha macia comprida. Fui pegando de fora a fora, sentindo toda a extensão do pinguelo dele. Ele apertava os dentes e dizia pra mim parar, mas eu estava irredutível.

_Quem manda não ter me dito. Agora eu vou saber na marra.
_Rararara... Não...
_É primo, parece ser grande o teu pinto.

E peguei mais um pouco e voltamos a jogar. Depois de ter feito isso, repeti mais uma vez. Não satisfeito eu pensei. O meu pinto trava durinho e o dele devia ficar duro tb as vezes e ficar maior ainda. Então botei na cabeça que tinha que sentir como era o pinto dele duro e ver se ficava grandão. E eu sabia como deixar o pinto duro porque uns amigos da vizinhança tinham me dito como fazia. É claro que uma ou outra eu não roubava e deixava ele ganhar pra dar uma disfarçada. Então na próxima que eu ganhei eu fui até ele e fui colocando a mão por dentro do short e entrando na cueca dele e pegando no piru. Ele riu e disse:

_Não, isso não vale.
_Vale qualquer coisa.
_Então não vou mais jogar.

Nesse momento eu ameacei contar pros nossos pais o que estávamos fazendo. Ele com medo pois era mais velho e poderia recair sobre ele a responsabilidade, acabou cedendo. Então continuei pegando no piru dele por dentro da roupa. Segurei no pinto e comecei a puxar a pelezinha pra lá e pra cá. Acreditava que dessa forma conseguiria desencadear uma ereção no meu primo mais velho. E era o que estava acontecendo. Aos poucos sentia o pinto dele inchando e crescendo na minha mão. Eu estava adorando e creio que ele devia estar sentindo alguma coisa tb, mas estava muito tenso e parecia desaprovar tudo aquilo que eu estava fazendo. Ele pedia pra mim parar, no que respondia que agora já era tarde e que eu ia continuar endurecendo o piru dele o máximo que desse só pra ver até onde crescia.

O pinto dele endureceu totalmente e ficou durinho igual pedra. Ai eu disse pra ele que o pinto dele era grande e comecei a rir. Peguei bastante e toda vez que eu ganhava eu olhava pra ele e dizia: "Mais piru", e ia lá encher a mão. Aproveitei ele muito naquela brincadeira que já não era assim tão inocente. Foi um episódio da minha infância muito da hora.

domingo, 6 de julho de 2014

Conto: Um plano para apalpar - O jogo de cartas e o colega de escola maludo

Oi pessoal, me chamo Diogo, tenho 25 anos e não sou assumido. Vou contar como eu e um amigo meu da época de escola usamos um jogo de cartas e apostas para bolinar um colega maludo que tínhamos, através de um plano audacioso e muita cumplicidade.

Vamos ao conto.

Na época eu devia ter uns 16/17 anos, estávamos no 1° ano do ensino médio e eu já me conhecia como bi, só que estava no dito armário e ninguém sabia de mim exceto um amigo meu (Alex) que tb estava na mesma situação. Então nós sabíamos um do outro mas ninguém sabia que a gente curtia rola tb pq a gente ficava com as meninas e tudo mais e tínhamos pinta de hétero. E em conversas com ele eu descobri que ele gostava de secar a rola dos outros garotos, no caso dos nossos colegas de escola que usavam um calção feito de helanca como uniforme que denunciava o volume deles. Ele até volta e meia tentava dar um jeito de encostar neles e tudo, tipo em filas, futebol, essas situações. Ele era mais ousado do que eu nessas coisas.
E tinha um colega nosso, o Rafael cujo o calção de uniforme dele chamava muito a atenção. Meu, tinha um volume, quer ver mesmo quando ele sentava na cadeira e abria as pernas que ai aquilo repuxava o tecido e grudava na mala dele ficando aquela concentração máscula volumosa que a gente sabe que é o saco e o piru junto. Quando ele tava em pé, dava sempre pra ver o tabaco dele roliço guardado pro lado.

Um dia esse meu amigo me contou que a maior vontade dele era patolar o gostosinho do Rafael e sentir a linguiçona dele com a mão. Mas assim, ele queria sentir legal, apertar todo aquele volume de carne que o Rafael tinha entre as pernas incluindo o saco e tudo mais. Se possível até enfiar a mão dentro do calção dele e mexer em tudo.

_Mas como se ele é hétero e vc não quer que ninguém saiba de vc? Eu perguntei pra ele.

Ai ele me falou que tinha um plano bem audacioso mas que precisaria da minha ajuda pra dar certo. Me explicou que poderíamos chamar o Rafael pra jogar um joguinho de cartas que jogávamos naquela época, só nós 3. E jogaríamos apostando, só que não dinheiro e sim punições e usaríamos justamente estas punições pra ficar pegando no tabaco grosso dele durante o jogo. Disse que ia ser massa pra caramba e que até eu ia faturar aquela banana caturra e as gônadas dele.

Fiquei meio receoso pq ia ficar muito na cara a nossa intenção até mesmo pq esse lance de usar apostas em jogos pra ver ou bolinar os outros já é meio manjado. Mas o Alex disse que não ia ficar aparente, pois pra jogar com o Rafael nós iríamos criar umas regras especiais para encobrir nossas reais intenções e usar elas a nosso favor de forma subliminar, ou seja, se beneficiar delas de forma mascarada. Íamos armar todo um teatro na frente dele e usar essas regras pra fazer ele acreditar que estaríamos pegando no volume dele contra a nossa vontade de forma que ele não percebesse que essa era de fato a intenção. Disse ainda que o Rafael mesmo tendo 16 pra 17 anos, ainda era muito ingênuo pra idade e que com certeza ia cair na nossa armadilha igual um patinho, bastava a gente ter tudo combinado e trabalhar junto que iríamos pegar horrores no pauzão e no sacão dele sem ele desconfiar de nada. Fiquei meio assim mas acabei aceitando pq tb tava doido de vontade de apalpar o volumão do nosso colega de escola e pedi pra ele contar os detalhes do plano.

Então ele explicou que em vez do perdedor pagar o castigo sozinho, inventaríamos que o ganhador pediria um castigo para os 2 perdedores pagarem ao mesmo tempo, momento este onde um de nós conseguiria apalpar a mala dele graças a regra que obrigaria os 2 a participarem do mesmo castigo. Quanto ao teatro ele disse que teríamos que encenar uma briga entre nós 2 e fazer ele realmente crer que ficamos irritados um com o outro. E esta briga é que daria suporte às punições patolativas que passaríamos a sentenciar um ao outro onde ele sempre teria que ser um dos perdedores para podermos por a mão na protuberância dele e apalpar aquele volume que a gente sempre vê na frente daquele calção. A ideia era envolver ele no clima que estaríamos apenas sacaneando um ao outro e tendo que incluir ele no castigo por causa da regra, quando na verdade estaríamos usando um ao outro o tempo todo para pegar na mala da nossa vítima durante o jogo. Esse falso desentendimento aliado a regra da punição simultânea seria a porta de entrada para o calção do Rafael e ao recheio que se encontrava lá dentro. Após ele me confidenciar mais alguns detalhes da estratégia, ficamos combinados assim.

Aguardamos chegar o momento em que poderíamos por o nosso plano em prática, até que chegou um dia chuvoso onde muita gente faltou incluindo vários professores, tanto que teríamos somente duas aulas e depois estaríamos dispensados. Percebemos que aquela era a oportunidade perfeita já que teríamos que esperar umas duas horas até o ônibus vir pegar a gente incluindo o Rafael. Assim que acabou a 2ª aula convidamos ele pra jogar conosco o tal "joguinho" e para nossa alegria ele aceitou já que faltou um monte de gente e ele ficaria de bobeira mesmo. Fomos para uma sala externa mais afastada onde estavam os jogos da sala de recreação que usávamos eventualmente na educação física aonde provavelmente não seríamos importunados.

Chegando lá o Alex disse a ele que pelo jogo ser meio bobinho era pra gente jogar valendo umas consequências e que seria mais divertido se os dois perdedores pagassem o pato juntos no mesmo castigo e que deveríamos cada um ficar com um pertence do outro como garantia de cumprimento da punição. Ele se mostrou empolgado com a regra e aceitou concordando que realmente seria mais divertido mesmo.
Naquele dia ele foi pra escola com o calção de uniforme e dava pra ver o tabaco dele no tecido como sempre, principalmente quando ele sentou e abriu as pernas aparecendo o conjunto da obra. Estava tudo correndo conforme o planejado e o Rafael nem desconfiava que estava caindo cada vez mais na nossa armadilha e logo estaríamos pegando em todo o volume dele.

Iniciamos o jogo e na primeira rodada eu ganhei e pedi para que o Rafael fizesse cócegas na axila do Alex por 1 minuto (ele quase morreu de rir). Depois o Rafael ganhou e ele disse que queria o Alex acertasse um socos na minha barriga. E assim ia, até o momento em que eu pedi para os 2 trocarem os chicletes que estavam mascando. Foi nesse momento que o Alex começou a fingir ter ficado puto comigo alegando nojo. E assim nós começamos e pedir coisas escrotas mas que desse pra fazer e exagerávamos nas reclamações e no desconforto da execução. E até nos xingar começamos, mas nada que fugisse muito ao controle. Era só para justificar o que começaríamos a pedir na sequência. O Rafael sabia que eramos amigos e achava aquilo engraçado, a forma como ficávamos nos sacaneando até o momento em que eu falei:

_Agora vc me paga. Vou te obrigar a fazer uma coisa que qualquer homem odiaria. Agora eu quero que vc coloque a mão entre as pernas do Rafael e fique apalpando ali por 3 minutos.

Nessa hora o Rafael perdeu o riso e disse:

_O quê? Sai fora oh.
_Sai fora nada. Tavas ai rindo da gente o tempo todo e tb pedisse umas coisinhas bem escrotas pra mim. O teu castigo é ficar paradinho e deixar um outro macho pegar no teu pacote.
_Nada disso. Meu pau não.
_Vais ter que deixar. Não é pior que mandar eu colocar o dedo do Alex na boca. E será só por cima do calção tb. Além do mais a pior parte é a dele que vai pegar pq eu quero sacanear é ele. Ou vc prefere que eu inverta os papeis e mande vc pegar no dele.
_Não!
_Então vc vai deixar e fica bem quietinho ai.

Ele fez cara de desgosto e claro que o Alex também tinha argumentado um monte, mas tudo parte do plano para enganar o Rafael. Com certeza ele tava doido mesmo era pra encher a mão naquele baita volume e começar a sentir aquela protuberância saliente que o Rafael tinha por cima do calção.

_Tah droga! Vai lá então.
_Então abre assas pernas ai.

Ele abriu as pernas e o tecido foi se moldando ao conteúdo que tinha dentro. Parecia uma delícia apalpativa. O Alex foi lá e encheu a mão e começou a sentir o volume do guri. Dava pra ver pela mão dele que ele estava apalpando a mala farta do rapaz, saboreando e sentindo cada detalhe. Quer ver mesmo a hora que ele foi pra banana. Eu ficava observando a cara dos dois e era muito interessante, pq a cara do Alex de dissabor eu já sabia que era fingimento e que na real ele tava adorando, mas a cara do Rafael de olho fechado, franzindo a testa e apertando os dentes era impagável. E não é que o desgraçado do Alex realmente estava conseguindo e o Rafael estava caindo. Era excitante ver aquilo, um hétero bem-dotado sendo apanhado numa armadilha amassadora de pacotes arquitetada por 2 manja-rolas.

Depois que ele terminou nós voltamos ao jogo com o Alex me xingando um monte dizendo que eu ia pagar ele direitinho. Agora tínhamos que continuar com o plano e o próximo passo era o Alex ganhar pra poder se "vingar" de mim. Seria a minha vez de por a mão lá. Então comecei a jogar ajudando o Alex a ganhar aquela partida pois assim o pau do Rafael seria meu. Ele estava jogando bem e até ganhou uma, mas pra mim conseguir pegar na mala dele o Alex teria que ganhar. E quando ganhou o Alex falou que agora eu ia pagar na mesma moeda pra mim aprender a deixar de ser idiota e me mandou encher a mão entre as pernas do Rafael tb. Ele reclamou um pouco mas conseguimos dominá-lo novamente. Finalmente era minha vez, fui lá e comecei a pegar também naquela delícia com o Rafael tendo que deixar. Como era bom, do jeitinho que eu tinha imaginado, bem macio e consistente. Estava uma loucura fazer aquilo. Como o tecido era elástico dava pra manipular legal todo o conteúdo, até sentir os ovos dele eu conseguia e a mangueira tb. Peguei durante os 3 minutos ordenados e voltamos ao jogo.

Continuamos jogando e entre uma rodada e outra variávamos as punições para dar uma disfarçada, embora ainda tenha pedido para o Alex agarra a mala do Rafael mais uma vez depois de mim. Nosso próximo objetivo era conseguir enfiar a mão dentro do calção do Rafael e apalpar a cueca dele. Ía ser bem mais fácil de sentir cada pedaço do piruzão dele, só que para isso tínhamos que continuar tragando ele pra dentro do nosso joguinho, envolvendo-o psicologicamente. Coisa que parecia estar dando certo pois até ele pedia umas sacanagens também como mandar a gente se apalpar por cima da roupa tb igual tínhamos feito com ele, imaginando ele que estava nos sacaneando de certo. Só não sabia ele que aquilo pra nós não era problema algum, embora fizéssemos parecer que era, muito pelo contrário, só ajudava a alimentar o clima de zoeira entre nós e puxava o nosso amigo bem-dotado cada vez mais pra dentro do nosso joguinho, e graças a isso poderíamos voltar a visitar o calção dele e nos satisfazer mais, ou seja, só ele estava perdendo com tudo aquilo enquanto nós estávamos conseguindo tirar todas as casquinhas que queríamos.

Continuamos nesse ritmo até que chegou o momento onde eu pedi para o Alex enfiar a mão dentro do calção do Rafael e apalpar a cueca dele por 5 minutos. Ele não quis deixar então eu ameacei não devolver o pertence dos 2 que havíamos coletado no inicio da brincadeira. Argumentei mais algumas coisas e disse a ele que se quisesse poderia trocar e ele enfiar a mão dentro do calção do Alex e que a escolha era dele. Acabei vencendo ele no mesmo argumento anterior que acabou deixando a contra-gosto, claro.

Então o Alex foi lá e entrou com a mão dentro do calção do guri e começou a apalpar a cueca dele. Imagino que  naquele momento ele devia estar feliz da vida, se realizando. Dava pra ver pelo tecido do calção o movimento da mão e como ele pegava. Era ótimo de ver. Eu ria e dizia que agora eu sabia o que fazer quando quisesse sacanear ele no que respondia ele com xingamentos. Dizíamos isso para continuar absorvendo a mente do Rafael com a nossa estratégia e poder continuar fazendo aquilo, amaçar gostoso a malona dele. Ele entrava na onda e acabava xingando a gente tb, mas continuava lá no clima da brincadeira aguentando a parte dele do castigo. A ideia era essa mesma. Não queríamos que ele se levantasse e fosse embora chamando a gente de viado.

O Alex apalpou bastante e tirou a mão de lá de dentro. Os dois me xingavam (kkkk). Estava dando certo eté o momento, estávamos conseguindo bolinar ele. Agora tínhamos que esperar por uma brecha para me encaixar e ser  a minha vez de invadir o calção dele e sentir o volume da cueca daquele maludo nas minhas mãos. Mau via a hora de começar a passar a mão. Depois de umas 2 rodadas o Alex disse:

_Agora pode ir enfiando a mão ali dentro tb, vais sentir a mesma coisa pra deixar de ser otário. Pegar em rola vai ser o teu castigo.

E íamos fazendo a cena e exagerando nas interpretações para intimidar o Rafael, pois esse seria o caminho mais rápido para o interior daquele calção. Quando vi já estava apalpando o volumão dele por sobre a cueca e era muito gostoso, só que eu não podia me esquecer de continuar insultando o Alex, não podia deixar transparecer minha alegria. Confesso que foi adrenalina pura misturada com tesão fazer aquilo, tava muito gostoso. Era um sacão. Peguei durante os 5 minutos combinados e larguei aquele objeto de desejo.

Voltamos ao jogo e não dava mais vontade de parar. Ter aquele machinho ali e conseguir ficar bolinando ele na cueca por dentro do calção tava demais e faltava pouco pra acessarmos o conteúdo dela. Logo chegaríamos no tabaco dele e seria o nosso troféu. Era desse jeito que eu pretendia me vingar na próxima vez dele, mas infelizmente já haviam decorrido umas duas horas e já estava na hora de irmos para o ponto de ônibus. Foi muito massa aquele dia.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Soldado amarrado sendo chupado e aproveitado por gay guloso

Eu achei esse vídeo quase perfeito. A cena é muito tesuda, apalpação e chupação da boa num clima de abuso bem realista. Gostei da expressão de desaprovação do soldado e dele tentando se soltar enquanto o abusador lhe chupa a rola, da um arzinho bem bacana no vídeo. No final virá uma putaria como sempre, mas a maioria do vídeo é show ao meu ver.


Link alternativo

Outros vídeos do gênero:

Aqui o cara tb é sugado a força. Tem uma parte de tortura, mas os momentos em que ele é sugado são baitas.
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Bondage, sleepfetish e podolatria tudo num vídeo só.
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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sarração sensual

Olá queridos leitores. Quando posto estes vídeos gosto sempre de lembrar que pau de fora e pornografia explicita não é o foco do blog. O lance aqui é curtição e sacanagens com foco em alguns fetiches. O fator que me levou a postar este vídeo foi as primeiras cenas onde tem aquela calça jeans e a mão boba.